Paul-Henri Thillardon decidiu apostar em Chénas, um dos crus mais discretos do Beaujolais. Com poucos recursos e muita sensibilidade, cultivando suas vinhas de forma orgânica e guiado mais pela observação da natureza do que por fórmulas prontas.
O projeto, hoje familiar, reflete a nova geração do Beaujolais: respeito ao terroir, mínima intervenção e vinhos cheios de vida. Nos vinhedos, biodiversidade e trabalho manual; na adega, fermentações naturais e extrações suaves.
O resultado são Gamays cheios de energia, frescos e equilibrados, que refletem o terroir.