No alto de uma estradinha sinuosa, na névoa, aparece Jambles, um povoado de cinquenta almas onde há um Sarrazin fazendo vinho desde o século XVII. O rótulo crava "de pai para filho desde 1671". Por gerações foi vinho a granel; o pai, Michel, só começou a engarrafar nos anos 1980, numa hora difícil, com Givry quase sumindo do mapa. Hoje são os irmãos Guy, na adega, e Jean-Yves, nas vinhas: os maiores proprietários de Givry. Inconformados em fazer igual ao pai, passaram a medir seus vinhos contra o melhor da Côte d'Or, e certa vez varreram os três primeiros lugares do júri Hachette da apelação. O carro-chefe são os 1ers de Givry: o elegante Champ Lalot, a mais robusta Grande Berge e Les Grands Prétants, todos criados em carvalho François Frères. Givry, dito o vinho predileto de Henri IV, é o Pinot mais perfumado e gracioso da Chalonnaise.