Em 1930, Fernand Vauversin voltou da Grande Guerra com uma ideia e uma turma: camaradas parisienses dispostos a comprar suas garrafas. Foi o empurrão que faltava para deixar de vender uva aos négociants e passar a engarrafar champanhe com o próprio nome, numa família que, segundo os registros, cultiva Oger desde 1640. A virada moderna, porém, foi uma aposta solitária de Laurent Vauversin. Converter o domínio ao orgânico, em 2011, foi “uma decisão financeira muito difícil para um jovem vigneron independente” , nas palavras dele.